João Bosco do Nordeste
Professor Mestre em Educação e Administrador empreendedor
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Textos
Lavando a jato o Velho Chico
Empurrando as suas águas vai gerando energia,
pelas comportas-barreiras onde estão suas usinas,
Corre refletindo o céu pelo sol durante o dia,
matando a sede do povo nordestino e cercanias.

Petrolândia, Jatobá, passa em Glória e Paulo Afonso,
De Delmiro a Canindé, em Xingó faz grande avanço. (bis)

Nordestinos não querem transposição visceral,
pois sabem que os desvios são maiores nas propinas.
Detestam saber que o Velho chico será cabo eleitoral,
conservando no poder essas aves de rapinas.

As águas percorrem os canions, protegidas em paredões,
as veias são os seus leitos, correndo o sangue da terra,
enganando a natureza roubando muitos milhões,
matando a vida do povo, que a própria esperança enterra.

Chega aqui de tanta roubo, chega de perda total,
amigos do Velho Chico não serão mais enganados,
desde o inicio já sabemos qual será esse final,
molhando o bolso dos pobres que serão cooptados.

Águas passam nas fazendas de políticos milionários,
valorizando suas terras compradas ao pobre cristão,
que tratado de idiotas ou até mesmo de otários,
choraram com o Velho Chico, com tanta humilhação.

O futuro premiado em delação preferida,
vai dizer quem foram eles, esses bandidos de fato,
então passará agir a justiça destemida,
e a água abençoada vai se chamar lava jato.
João Bosco do Nordeste
Enviado por João Bosco do Nordeste em 14/08/2014
Alterado em 13/07/2019
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