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João Bosco do Nordeste
Professor Mestre em Educação e Administrador empreendedor
Textos
Despertar do sono eterno
Noite, que a brisa fria não me queime a alma.
Alma, que nessa noite escura me mantenha calmo.
Peço que a chuva fina me embale o sono, todo solidão,
Para que a noite possa assobiar o pranto de uma canção.

Pingo de orvalho na pétala caída mostre uma vida generosa,
Penso que não é direito amarrar meu peito e viver assim.
Se a flor que me aroma a vida não pode ser aquecida,
Como irei regar nessa noite fria essa flor querida?

Noite que essa brisa passa levando ilusões.
Não deixa que o dia chegue mais perto, antes do descanso.
Alma que a brisa queima, meus olhos úmidos falam por mim.
E a noite rasteja com a brisa fria sem nunca ter fim.

A noite, depois madrugada, a brisa malvada começa a parar.
O sol não reclama e vê meus olhos fechados em cima da cama.
A aurora é o final de vida, aumenta meu sono num abraço amigo,
Se algum dia eu despertar desse sono, todos despertarão comigo.
João Bosco do Nordeste
Enviado por João Bosco do Nordeste em 19/08/2014
Alterado em 23/04/2015
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