João Bosco do Nordeste
Professor Mestre em Educação e Administrador empreendedor
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Textos
O jegue que era valente
Nunca ficou amarrado, nunca soube o que era amor.
mas ficou balanceado com essa nova namorada,  
dando coice até na sombra, causando um maior terror,
com sorriso descarado, não lembrava mais de nada.

Aquele que sempre foi mesmo um grande arruaceiro,
Nunca conseguiu ficar com uma de cada vez.
Mas ficou apaixonado, feriu o coração do guerreiro,
por um novo relinchar de uma fêmea sem timidez.

Deixou de ser arrogante, passou a ser bom amante,
da sua querida surpresa, que pra ele enfim chegou.
De anca, rabo e a linguinha de amor estonteante,
quebrou logo a sua guia, e o valente desabou.

Daquele dia em diante, o jegue que era valente,
teve bem à sua frente, aquela anca espertinha.
Um amor de namorada, que chegou bem de repente,
o cego abriu logo os dentes feliz com sua eguinha.
João Bosco do Nordeste
Enviado por João Bosco do Nordeste em 03/06/2015
Alterado em 22/12/2018
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